segunda-feira, 28 de junho de 2010

A PARÁBOLA DO SEMEADOR

            Em Mateus 13 está a parábola do semeador. Ali vemos qual foi o resultado de um mesmo tipo de semente ter sido lançado em diferentes tipos de solo. Havia aquela que, apesar de ter germinado, não durou muito tempo, por não ter raízes profundas e, vindo o sol, secou. Jesus disse que este tipo de planta representa aqueles que não têm raízes profundas em sua relação com Deus e, por isso, vindo a angústia, sucumbem a ela e morrem.
            O solo rochoso indica a pessoa que tem um relacionamento apenas superficial com Deus, e ocultamente, em seu coração, há uma dura rocha, impenetrável.  São as pessoas que não permitem que Deus toque em seu ser, são os que se justificam, os que se explicam. Até recebem a Palavra com alegria, mas na primeira dificuldade, na primeira contrariedade permitida por Deus, escandalizam-se, fecham-se para Deus e fogem dele.
O sol os queima, não por ser forte, mas porque não têm raízes profundas. O sol foi criado para dar vida, mas para estes que não têm raízes profundas ele acaba por trazer morte. É nas regiões tropicais que encontramos a vegetação mais exuberante, mais rica, mais diversificada. Sob um sol muito quente nasce a mais viva vegetação. Do mesmo modo, se temos raízes profundas em nossa vida com Deus, se temos um relacionamento sério com Ele, o mais forte sol de provação ou sofrimento nos fará crescer!
Seguir o Senhor Jesus Cristo não é fácil, pois implica negar-nos a nós mesmos (Mt 16:24). Ter a luz da vida é seguir ao Senhor para Ele mudar-nos interiormente. Para isso precisamos primeiro da luz do mundo, a luz que expõe, que queima, que não tem piedade do pecado e nem do ego. Essa luz abomina as trevas e a carne em nós. Além do sol, também temos a água viva, que nos refrigera. Essa água representa o Espírito Santo, que nos infunde a vida divina. Temos o Espírito e a Palavra que nos sustentam em meio a perseguição e angústia.
A parábola do semeador relata que a Palavra pode ser acompanhada de angústia e dor, com o objetivo de torná-la a nossa experiência e não apenas mero conhecimento. Precisamos abrir mão do humanismo racionalista para vivermos a Palavra do Senhor.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A PALAVRA            


         Você já percebeu como é intensa a força da água? Chuvas arrastam carros e árvores; rios destroem pontes; maremotos aniquilam cidades inteiras em poucos segundos... E, quando a água é posta em máquinas que a expelem com grande pressão é possível limpar prédios e objetos de sujeiras que, de outro modo, só poderiam ser tiradas com fortes produtos químicos.
Muitas vezes, ao olharmos para nós mesmos sob a luz do Senhor, vemos em nosso interior, em nosso coração, muitas “pontes” que nos ligam ao mundo do pecado, “cidades” onde habitam muitas coisas além de Deus. Há tanta sujeira dentro de nós que parece ser impossível removê-la. Olhamos para nossa conduta e achamos que jamais poderemos mudar. Você já pensou isso? Talvez esteja percebendo, agora, essa realidade em seu coração. Contudo, mesmo que pareça não haver solução para nós, a água da Palavra pode nos mudar!
Em Efésios 5:25-26 está escrito: “Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela Palavra”. Em Hebreus 4:12 está escrito: “A Palavra de Deus é viva e eficaz...”. Então, a Palavra de Deus é capaz de nos purificar de toda e qualquer sujeira e fazer de nosso coração um lugar para só Deus habitar. Se você se abrir para a Palavra de Deus, permitindo que ela penetre nos lugares mais escondidos e profundos do seu ser, ela operará uma transformação maravilhosa.
Não se trata, simplesmente, de apenas ler a Bíblia, de estudá-la, ou de conhecer a sua maravilhosa doutrina, mas de tomá-la como algo que é vivo, cheio de vida, como a Palavra viva de um Deus vivo. Quando falamos que a Palavra tem a vida, não se refere à vida orgânica e física, mas a algo que contém a verdadeira natureza de Deus.
A Palavra é vida porque libera dentro de nós um elemento divino, uma vida incriada (leia João 6:63). Não veja a Bíblia como simplesmente um livro santo e sagrado, mas como o falar de um Deus vivo e real, que ama muito a você e está falando diretamente com você. Não há uma fórmula fixa para fazer isso.
É preciso somente tentar, começar, insistir e perseverar, buscando e permitindo que a luz de Cristo ilumine o teu coração com a verdade que vem de Deus e não com doutrinas humanas. Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará” (João 8:32); “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).


terça-feira, 15 de junho de 2010

A MAIOR DESCOBERTA

Estamos vivendo uma das épocas de maior avanço em descobertas tecnológicas e científicas da humanidade. A comunicação e a informação são alcançadas cada vez com mais rapidez. Em frações de segundos em um site na internet obtemos informações diversas de qualquer dicionário, jornal, revista; fechamos negócios, fazemos transferências bancárias... Tudo sem sair de casa!

A ciência recentemente descobriu como retroceder o relógio biológico dos seus clones, agora já é possível reproduzir clones mais jovens que o original, trazendo a muitos, quem sabe, a esperança da eterna juventude. O homem tem superado limites e barreiras, mas é incrível que este mesmo homem, ainda não descobriu o seu Criador. Em Isaías 1:3, Deus diz: “o boi conhece o seu dono, e o jumento, o dono da sua manjedoura, mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende”. Talvez o homem esteja à procura de um Deus complicado demais, ou de um ser inatingível, enquanto Deus Se revela ao homem de maneiras tão simples.


Os judeus esperavam um Messias com grande poder político, muito rico materialmente e influente. Eles esperavam alguém que fosse forte naturalmente para vencer os romanos opressores, mas o Messias veio ao contrário do que suas mentes esperavam. Jesus nasceu em uma estrebaria; filho de um carpinteiro. Como um homem desses poderia vencer os romanos? Os judeus também não conheciam o seu Criador, pois se conhecessem teriam entendido que o poder político e o dinheiro eram armas que eles já conheciam e não eram eficazes.


Jesus trouxe a mais poderosa das armas, mais potente que a bomba atômica: o amor. Ninguém amou tanto a ponto de entregar sua vida em uma cruz por pessoas que nem ao menos acreditavam em Suas palavras e não davam valor à sua pregação.


A maior descoberta do mundo ainda esta por vir! Será quando o homem parar de descobrir as coisas criadas e buscar conhecimento do Criador. Quando isso acontecer, o mundo será impactado pelo poder de Deus. Pessoas serão libertas, curadas, salvas, e o poder do Altíssimo fará uma grande renovação da mente de todos!


Você já está em busca desta descoberta? Inicie-a tocando diretamente a Verdade de Deus escrita na Bíblia. Comece lendo o Evangelho de João e depois leia diariamente os demais Evangelhos e Cartas do Novo Testamento, para que essas palavras, que são espírito e vida (João 6.63), venham a ser praticadas por ti (Tiago 1:22).



terça-feira, 8 de junho de 2010


A arte de duvidar

Os erros são muito importantes em nossa vida porque eles nos mostram que nem sempre agimos da forma correta. E além disso, todos os erros nos levam às mudanças. E é exatamente disso que todos nós precisamos. Diante disso eu lhe pergunto: se nada na sua vida desse errado, algum dia você perguntaria a si mesmo se há algo em que poderia mudar? É por isso que nós nos abrimos para o trabalhar de Deus somente nas dificuldades. Elas são preciosas, pois abrem a nossa mente para as mudanças que Deus deseja efetuar em nosso coração e em nossa vida. Por exemplo: um empresário só se abre para mudanças quando sua empresa retrocede e dá prejuízo. É nesse momento que ele estará aberto às modificações.

E você acha que com a sua vida será diferente? É nas dificuldades que você se abre! As pessoas se perguntam acerca do motivo de Deus para liberar tantas tribulações em suas vidas. E eu digo que a resposta é essa: para leva-lás a aceitar as novidades de Deus. O homem é por natureza resistente a mudanças. E, por causa disso, somos ainda mais resistente a Deus e à Sua Palavra. Estamos acostumados a revidar ofensas, a nos vingar, a murmurar, criticar, julgar, mentir e a opinar acerca de tudo. Mas o Senhor não quer que você faça esse tipo de coisa. E qual a atitude que Ele vai ter contigo? Ele vai liberar as tribulações, as angústias, a depressão, mas não que isso seja uma punição. O propósito de tudo isso é mostrar a você mesmo que a sua filosofia de vida está errada. E somente nas dificuldades é que você se questiona acerca do que faz diariamente que pode estar indo contra a Palavra de Deus.

Então, precisamos olhar para nós mesmos e pensar no porquê de estarmos passando por tantas tribulações. Gaste um pouco do seu tempo pensando nessas coisas. Você precisa se abrir, abrir a sua mente e se questionar se a sua vida realmente está maravilhosa e perfeita. Será que nada deve ser mudado? Será que Deus não tem nada melhor para te dar? Pergunte-se sobre essas coisas. Isso pode mudar a sua vida! Deus deseja que venhamos a refletir sobre o nosso modo de viver. Digo isso porque é somente quando refletimos que vemos os nossos erros. E quando você vê os seus erros é que se abre para as mudanças que Deus deseja fazer.

Portanto, se na sua vida há tribulações de sobra, é porque algo está errado. Comece a revisar as suas atitudes à luz da palavra de Deus. E quando fizer isso, você descobrirá que muita coisa deve ser mudada. É nessa hora que o seu coração tem que se abrir para o Senhor. Há uma passagem no livro de 1Tessalonicenses, 5:19, que diz: “Não extingais o Espírito”. Isso quer dizer que não podemos resistir ao Espírito de Deus e às modificações que Ele deseja introduzir em nossa vida. Comece a duvidar daquilo que você acha que é certo. Isso irá abrir o seu coração para que a vontade de Deus seja estabelecida na sua vida. É isso que nos torna felizes e satisfeitos.

sexta-feira, 12 de março de 2010

A QUESTÃO DA AUTORIDADE

Questione as autoridades! Essas palavras têm se tornado lema da nossa geração. Vamos encarar os fatos: a geração que nós vivemos realmente não é fácil... A voz paterna no lar nem sempre é respeitada; um policial nas ruas não é mais um modelo de coragem e autoridade; as palavras de um professor na sala de aula são questionadas; as repreensões de um chefe no trabalho não são mais suficientes para operar mudanças de comportamento; as pessoas mais velhas não são mais tratadas com dignidades e honra; o marido não é mais considerado o chefe da família; os governantes são diariamente afrontados e amaldiçoados pelo povo; nem mesmo o presidente da nação tem mais a mesma influência que antes.
Nossa sociedade está pronta a resistir a toda e qualquer autoridade instituída. Nós vivemos momentos difíceis de desordem e uma grande erosão moral. É claro que há ocasiões em que é necessário haver resistência, para que a justiça triunfe e os abusos não venham a se multiplicar. Mas, a questão da autoridade, sob a ótica do que ela representa, não pode ser negligenciada!
A grande preocupação de hoje é com a falta de submissão para com aqueles que deveriam ser nossos superiores, que conquistam e merecem a nossa cooperação. Porém, o que nós vivemos é uma crescente atitude de rebelião, uma obstinada desobediência a qualquer autoridade que tente corrigir um erro, ou mesmo fazer uma simples advertência. Precisamos enxergar esta triste realidade e reagir de forma adequada com a autoridade estabelecida por Deus. Devemos ter uma atitude de verdadeira humildade.
Em Tiago 4:10 está escrito: “humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará”. Em Romanos 13:1-2 está escrito: “todo homem esteja sujeito às autoridades superiores, porque não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram por Ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus”.
Isso significa que quando nós falamos negativamente das autoridades ou as adjetivamos com palavras dura, estamos amaldiçoando-as. Fazemos isso sem nos dar conta de que estamos lutando contra uma autoridade escolhida ou permitida por Deus.
Quando há situações negativas envolvendo autoridades, a direção de Deus é para que oremos por elas, a fim de que recebam a sabedoria e capacitação do Alto para o exercício de suas funções. Deus e a lei dos homens tratarão das demais coisas e não a nossa justiça própria. Se nós desejamos dias melhores, devemos respeitar e nos submeter às autoridades, e levar todos ao nosso redor a fazer o mesmo!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


Casamento

Todos os homens têm a característica de serem passivos. Todos querem, mesmo depois de conhecerem o Senhor, apenas sombra e água fresca. Ninguém quer se comprometer com nada, muito menos com as coisas de Deus. É por esse motivo que o Senhor compara a nossa vida com Ele com um casamento. Aos olhos de Deus, Ele é o marido e nós somos a Sua futura esposa. Isso consta no livro de Isaías, capítulo 54, versículo 5, onde está escrito: “Pois o teu Criador é o teu marido – o Senhor dos Exércitos é o Seu nome.” Aqui vemos que estamos em meio a um relacionamento conjugal com o Senhor. Portanto, cada um tem uma parcela de responsabilidade para com o outro. Cada um tem funções específicas e obrigações para com o seu cônjuge.

Temos, então, obrigações para com o nosso Deus. Em primeiro lugar precisamos amar nosso marido. Saiba que Deus nunca te obrigará a fazer tal coisa. Amar alguém é uma opção, assim como amar a Deus. Tudo depende de nós, portanto, essa é a nossa primeira obrigação para com Deus. Em segundo lugar, nós temos funções e metas a serem cumpridas no lar. Isso quer dizer que nós temos coisas a fazer quando nos comprometemos com Deus. Portanto, a nossa sua vida com ele não será tão calma e sem compromissos como muitos imaginam. Nem tudo será sombra a água fresca. Para a nossa salvação, não basta que simplesmente leiamos a Palavra de Deus e oremos de vez em quando. Essas não são todas as nossas obrigações. Há muito mais o que fazer do que simplesmente receber tudo pronto de Deus e apenas querer ganhar bênçãos e outras coisas do Senhor.

Se Ele faz a parte Dele, nos abençoando e nos dando da Sua vida divina, nós devemos cumprir as nossas obrigações. Além de amar a Deus, há o negar a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Cristo. Essas são as nossas próximas tarefas como alguém que escolheu estar com o Senhor. Em Mateus 16:24 está escrito: “Então disse Jesus a Seus discípulos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me”. Se analisarmos um relacionamento conjugal, veremos que o casamento é uma constante renúncia de vontades e de direitos. Um cônjuge deve renunciar algo que gosta para não brigar com a outra pessoa. Assim é que devemos agir para com Deus. Ele já renunciou a muitas coisas, tais como o Seu precioso Filho, que Ele deu por nossa vida, deixando-O vir a terra e morrer na cruz para que os homens fossem salvos. Então, Deus já cumpriu a Sua parte. Agora é a nossa vez de fazermos algo para Deus.

Ame-O, negue a si mesmo, tome a cruz do Senhor e siga-O por onde Ele andar. Se você quiser viver com Deus, tudo isso deve ser feito. Negar a si mesmo e tomar a cruz nada mais é do que você renunciar a sua vontade para cumprir a vontade de Deus. Há duas vontades no mundo: a sua e a de Deus. Qual você escolhe? A sua união com Deus depende de qual escolha você vai fazer. Tome a sua decisão e escolha entre fazer a vontade de Deus ou a sua. Mas fazendo a sua, você nunca conseguirá seguir o Senhor Jesus.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


TUDO QUE TEM VALOR TEM PREÇO

Deus tem um coração de Pai e, por isso, se preocupa com o sofrimento de todos. Há tantos que vivem abatidos, sem forças e sem capacidade para lutar e prosseguir, cansados de tudo. Chegam a preferir a morte a continuar vivendo, uma vez que a vida nada lhes reserva de agradável e viver tornou-se para eles um peso e um terror, sem paz e alegria. Talvez você hoje esteja se sentindo assim, ou já tenha passado por isso. Essas são trevas que, mais dias ou menos dias, nos envolvem, nós querendo ou não. Quando menos se espera, a desgraça se abate sobre nós e quase sempre vem em momentos que não deveriam vir, momentos em que estamos despreparados para suportar e para agir segundo a instrução divina.
Com certeza há saída e esperança! Precisamos urgentemente voltar o nosso coração para Deus, o nosso Pai de amor. Ele é a Rocha, a Fortaleza, o Socorro bem presente nas tribulações. Ele é a Força para a nossa fraqueza, o Alento para o nosso desânimo, a Vida para nossas mortes. Onde há sofrimento e tristeza há também um propósito divino e maravilhoso! Podemos ilustrar essa verdade assim: “o sofrimento é a etiqueta de preço que Deus colocou nas coisas de grande valor”.
Quando a dor e o sofrimento chegam, podemos escolher ignorá-los, racionalizá-los, negá-los, ou aceitá-los e suportá-los através do sentimento constante de tristeza. Somente pela aceitação de nossos sofrimentos é que podemos colher bons frutos da angústia. Somente pela interiorização de nossa tristeza é que experimentaremos mudanças duradouras, alegria infinita e verdadeira redenção.
O Senhor Jesus foi um homem de dores e que soube o que é padecer (leia Isaías 53:3). E, apesar de Ele ter experimentado profunda aflição aqui na terra, nunca sucumbiu diante dos sofrimentos. Pelo contrário, Ele os elevou a um plano mais alto, ao plano dos propósitos divinos, redimindo a criação e a humanidade através de Seu sofrimento. Ser um cristão significa carregar a cruz nas pegadas de Jesus; é sofrer e lamentar até que a mudança e a alegria cheguem. Portanto, o evangelho que oferece somente alegria e prosperidade é falso, pois Deus nunca prometeu isoladamente isso!
Ser cristão é desapegar-se do mundo para apegar-se às coisas divinas, e essa transposição, por um período, causa sofrimento e aflição. Foi por isso que Jesus nos disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).