A QUESTÃO DA AUTORIDADE
Questione as autoridades! Essas palavras têm se tornado lema da nossa geração. Vamos encarar os fatos: a geração que nós vivemos realmente não é fácil... A voz paterna no lar nem sempre é respeitada; um policial nas ruas não é mais um modelo de coragem e autoridade; as palavras de um professor na sala de aula são questionadas; as repreensões de um chefe no trabalho não são mais suficientes para operar mudanças de comportamento; as pessoas mais velhas não são mais tratadas com dignidades e honra; o marido não é mais considerado o chefe da família; os governantes são diariamente afrontados e amaldiçoados pelo povo; nem mesmo o presidente da nação tem mais a mesma influência que antes.
Nossa sociedade está pronta a resistir a toda e qualquer autoridade instituída. Nós vivemos momentos difíceis de desordem e uma grande erosão moral. É claro que há ocasiões em que é necessário haver resistência, para que a justiça triunfe e os abusos não venham a se multiplicar. Mas, a questão da autoridade, sob a ótica do que ela representa, não pode ser negligenciada!
A grande preocupação de hoje é com a falta de submissão para com aqueles que deveriam ser nossos superiores, que conquistam e merecem a nossa cooperação. Porém, o que nós vivemos é uma crescente atitude de rebelião, uma obstinada desobediência a qualquer autoridade que tente corrigir um erro, ou mesmo fazer uma simples advertência. Precisamos enxergar esta triste realidade e reagir de forma adequada com a autoridade estabelecida por Deus. Devemos ter uma atitude de verdadeira humildade.
Em Tiago 4:10 está escrito: “humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará”. Em Romanos 13:1-2 está escrito: “todo homem esteja sujeito às autoridades superiores, porque não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram por Ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus”.
Isso significa que quando nós falamos negativamente das autoridades ou as adjetivamos com palavras dura, estamos amaldiçoando-as. Fazemos isso sem nos dar conta de que estamos lutando contra uma autoridade escolhida ou permitida por Deus.
Quando há situações negativas envolvendo autoridades, a direção de Deus é para que oremos por elas, a fim de que recebam a sabedoria e capacitação do Alto para o exercício de suas funções. Deus e a lei dos homens tratarão das demais coisas e não a nossa justiça própria. Se nós desejamos dias melhores, devemos respeitar e nos submeter às autoridades, e levar todos ao nosso redor a fazer o mesmo!
sexta-feira, 12 de março de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Casamento
Todos os homens têm a característica de serem passivos. Todos querem, mesmo depois de conhecerem o Senhor, apenas sombra e água fresca. Ninguém quer se comprometer com nada, muito menos com as coisas de Deus. É por esse motivo que o Senhor compara a nossa vida com Ele com um casamento. Aos olhos de Deus, Ele é o marido e nós somos a Sua futura esposa. Isso consta no livro de Isaías, capítulo 54, versículo 5, onde está escrito: “Pois o teu Criador é o teu marido – o Senhor dos Exércitos é o Seu nome.” Aqui vemos que estamos em meio a um relacionamento conjugal com o Senhor. Portanto, cada um tem uma parcela de responsabilidade para com o outro. Cada um tem funções específicas e obrigações para com o seu cônjuge.
Temos, então, obrigações para com o nosso Deus. Em primeiro lugar precisamos amar nosso marido. Saiba que Deus nunca te obrigará a fazer tal coisa. Amar alguém é uma opção, assim como amar a Deus. Tudo depende de nós, portanto, essa é a nossa primeira obrigação para com Deus. Em segundo lugar, nós temos funções e metas a serem cumpridas no lar. Isso quer dizer que nós temos coisas a fazer quando nos comprometemos com Deus. Portanto, a nossa sua vida com ele não será tão calma e sem compromissos como muitos imaginam. Nem tudo será sombra a água fresca. Para a nossa salvação, não basta que simplesmente leiamos a Palavra de Deus e oremos de vez em quando. Essas não são todas as nossas obrigações. Há muito mais o que fazer do que simplesmente receber tudo pronto de Deus e apenas querer ganhar bênçãos e outras coisas do Senhor.
Se Ele faz a parte Dele, nos abençoando e nos dando da Sua vida divina, nós devemos cumprir as nossas obrigações. Além de amar a Deus, há o negar a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Cristo. Essas são as nossas próximas tarefas como alguém que escolheu estar com o Senhor. Em Mateus 16:24 está escrito: “Então disse Jesus a Seus discípulos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me”. Se analisarmos um relacionamento conjugal, veremos que o casamento é uma constante renúncia de vontades e de direitos. Um cônjuge deve renunciar algo que gosta para não brigar com a outra pessoa. Assim é que devemos agir para com Deus. Ele já renunciou a muitas coisas, tais como o Seu precioso Filho, que Ele deu por nossa vida, deixando-O vir a terra e morrer na cruz para que os homens fossem salvos. Então, Deus já cumpriu a Sua parte. Agora é a nossa vez de fazermos algo para Deus.
Ame-O, negue a si mesmo, tome a cruz do Senhor e siga-O por onde Ele andar. Se você quiser viver com Deus, tudo isso deve ser feito. Negar a si mesmo e tomar a cruz nada mais é do que você renunciar a sua vontade para cumprir a vontade de Deus. Há duas vontades no mundo: a sua e a de Deus. Qual você escolhe? A sua união com Deus depende de qual escolha você vai fazer. Tome a sua decisão e escolha entre fazer a vontade de Deus ou a sua. Mas fazendo a sua, você nunca conseguirá seguir o Senhor Jesus.
Todos os homens têm a característica de serem passivos. Todos querem, mesmo depois de conhecerem o Senhor, apenas sombra e água fresca. Ninguém quer se comprometer com nada, muito menos com as coisas de Deus. É por esse motivo que o Senhor compara a nossa vida com Ele com um casamento. Aos olhos de Deus, Ele é o marido e nós somos a Sua futura esposa. Isso consta no livro de Isaías, capítulo 54, versículo 5, onde está escrito: “Pois o teu Criador é o teu marido – o Senhor dos Exércitos é o Seu nome.” Aqui vemos que estamos em meio a um relacionamento conjugal com o Senhor. Portanto, cada um tem uma parcela de responsabilidade para com o outro. Cada um tem funções específicas e obrigações para com o seu cônjuge.
Temos, então, obrigações para com o nosso Deus. Em primeiro lugar precisamos amar nosso marido. Saiba que Deus nunca te obrigará a fazer tal coisa. Amar alguém é uma opção, assim como amar a Deus. Tudo depende de nós, portanto, essa é a nossa primeira obrigação para com Deus. Em segundo lugar, nós temos funções e metas a serem cumpridas no lar. Isso quer dizer que nós temos coisas a fazer quando nos comprometemos com Deus. Portanto, a nossa sua vida com ele não será tão calma e sem compromissos como muitos imaginam. Nem tudo será sombra a água fresca. Para a nossa salvação, não basta que simplesmente leiamos a Palavra de Deus e oremos de vez em quando. Essas não são todas as nossas obrigações. Há muito mais o que fazer do que simplesmente receber tudo pronto de Deus e apenas querer ganhar bênçãos e outras coisas do Senhor.
Se Ele faz a parte Dele, nos abençoando e nos dando da Sua vida divina, nós devemos cumprir as nossas obrigações. Além de amar a Deus, há o negar a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Cristo. Essas são as nossas próximas tarefas como alguém que escolheu estar com o Senhor. Em Mateus 16:24 está escrito: “Então disse Jesus a Seus discípulos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me”. Se analisarmos um relacionamento conjugal, veremos que o casamento é uma constante renúncia de vontades e de direitos. Um cônjuge deve renunciar algo que gosta para não brigar com a outra pessoa. Assim é que devemos agir para com Deus. Ele já renunciou a muitas coisas, tais como o Seu precioso Filho, que Ele deu por nossa vida, deixando-O vir a terra e morrer na cruz para que os homens fossem salvos. Então, Deus já cumpriu a Sua parte. Agora é a nossa vez de fazermos algo para Deus.
Ame-O, negue a si mesmo, tome a cruz do Senhor e siga-O por onde Ele andar. Se você quiser viver com Deus, tudo isso deve ser feito. Negar a si mesmo e tomar a cruz nada mais é do que você renunciar a sua vontade para cumprir a vontade de Deus. Há duas vontades no mundo: a sua e a de Deus. Qual você escolhe? A sua união com Deus depende de qual escolha você vai fazer. Tome a sua decisão e escolha entre fazer a vontade de Deus ou a sua. Mas fazendo a sua, você nunca conseguirá seguir o Senhor Jesus.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

TUDO QUE TEM VALOR TEM PREÇO
Deus tem um coração de Pai e, por isso, se preocupa com o sofrimento de todos. Há tantos que vivem abatidos, sem forças e sem capacidade para lutar e prosseguir, cansados de tudo. Chegam a preferir a morte a continuar vivendo, uma vez que a vida nada lhes reserva de agradável e viver tornou-se para eles um peso e um terror, sem paz e alegria. Talvez você hoje esteja se sentindo assim, ou já tenha passado por isso. Essas são trevas que, mais dias ou menos dias, nos envolvem, nós querendo ou não. Quando menos se espera, a desgraça se abate sobre nós e quase sempre vem em momentos que não deveriam vir, momentos em que estamos despreparados para suportar e para agir segundo a instrução divina.
Com certeza há saída e esperança! Precisamos urgentemente voltar o nosso coração para Deus, o nosso Pai de amor. Ele é a Rocha, a Fortaleza, o Socorro bem presente nas tribulações. Ele é a Força para a nossa fraqueza, o Alento para o nosso desânimo, a Vida para nossas mortes. Onde há sofrimento e tristeza há também um propósito divino e maravilhoso! Podemos ilustrar essa verdade assim: “o sofrimento é a etiqueta de preço que Deus colocou nas coisas de grande valor”.
Quando a dor e o sofrimento chegam, podemos escolher ignorá-los, racionalizá-los, negá-los, ou aceitá-los e suportá-los através do sentimento constante de tristeza. Somente pela aceitação de nossos sofrimentos é que podemos colher bons frutos da angústia. Somente pela interiorização de nossa tristeza é que experimentaremos mudanças duradouras, alegria infinita e verdadeira redenção.
O Senhor Jesus foi um homem de dores e que soube o que é padecer (leia Isaías 53:3). E, apesar de Ele ter experimentado profunda aflição aqui na terra, nunca sucumbiu diante dos sofrimentos. Pelo contrário, Ele os elevou a um plano mais alto, ao plano dos propósitos divinos, redimindo a criação e a humanidade através de Seu sofrimento. Ser um cristão significa carregar a cruz nas pegadas de Jesus; é sofrer e lamentar até que a mudança e a alegria cheguem. Portanto, o evangelho que oferece somente alegria e prosperidade é falso, pois Deus nunca prometeu isoladamente isso!
Ser cristão é desapegar-se do mundo para apegar-se às coisas divinas, e essa transposição, por um período, causa sofrimento e aflição. Foi por isso que Jesus nos disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).
Com certeza há saída e esperança! Precisamos urgentemente voltar o nosso coração para Deus, o nosso Pai de amor. Ele é a Rocha, a Fortaleza, o Socorro bem presente nas tribulações. Ele é a Força para a nossa fraqueza, o Alento para o nosso desânimo, a Vida para nossas mortes. Onde há sofrimento e tristeza há também um propósito divino e maravilhoso! Podemos ilustrar essa verdade assim: “o sofrimento é a etiqueta de preço que Deus colocou nas coisas de grande valor”.
Quando a dor e o sofrimento chegam, podemos escolher ignorá-los, racionalizá-los, negá-los, ou aceitá-los e suportá-los através do sentimento constante de tristeza. Somente pela aceitação de nossos sofrimentos é que podemos colher bons frutos da angústia. Somente pela interiorização de nossa tristeza é que experimentaremos mudanças duradouras, alegria infinita e verdadeira redenção.
O Senhor Jesus foi um homem de dores e que soube o que é padecer (leia Isaías 53:3). E, apesar de Ele ter experimentado profunda aflição aqui na terra, nunca sucumbiu diante dos sofrimentos. Pelo contrário, Ele os elevou a um plano mais alto, ao plano dos propósitos divinos, redimindo a criação e a humanidade através de Seu sofrimento. Ser um cristão significa carregar a cruz nas pegadas de Jesus; é sofrer e lamentar até que a mudança e a alegria cheguem. Portanto, o evangelho que oferece somente alegria e prosperidade é falso, pois Deus nunca prometeu isoladamente isso!
Ser cristão é desapegar-se do mundo para apegar-se às coisas divinas, e essa transposição, por um período, causa sofrimento e aflição. Foi por isso que Jesus nos disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O que é a Igreja?
O QUE EDIFICA A IGREJA? Decidir NADA SABER!(1ª Co 2:2-3 : Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós).
O QUE A IGREJA NÃO É?
A Igreja não é um templo feito por homens;
A igreja não é uma organização;
A Igreja não é uma forma humana da cultuar a Deus;
A igreja não é instituída nem governada por métodos humanos;
A Igreja também não é uma obrigação de domingo à noite.
A Igreja não é um templo feito por homens;
A igreja não é uma organização;
A Igreja não é uma forma humana da cultuar a Deus;
A igreja não é instituída nem governada por métodos humanos;
A Igreja também não é uma obrigação de domingo à noite.
O QUE A IGREJA É?
A Igreja é a Auxiliadora do Filho de Deus;
Igreja é idônea, mansa, humilde e cheia de amor;
A Igreja é um organismo VIVO;
Você é Igreja!
A Igreja é a Auxiliadora do Filho de Deus;
Igreja é idônea, mansa, humilde e cheia de amor;
A Igreja é um organismo VIVO;
Você é Igreja!
Mas a Bíblia também nos mostra que a Igreja é um mistério, o mistério de Cristo. Isso ocorre porque a Igreja é um organismo que saiu do interior de Cristo (Jo 19:34), através de Sua morte e ressurreição, visto que foi através de Seu sacrifício perfeito (por causa da Sua plena obediência ao Pai), que o Espírito foi liberado, permitindo a redenção e a salvação do homem. Então, a Igreja faz parte do ministério do Cristo ascendido, no qual Ele está à direita de Deus, como Senhor de todas as coisas, utilizando vasos para cumprir e edificar a Sua obra na terra. É por isso que na Igreja não podemos viver por regras humanas e naturais, mas apenas pelo Espírito de Deus. E Deus, através da Sua Palavra, tem nos revelado esse mistério. O Livro de Efésios, capítulo 5, nos seus versículos 31 e 32 no mostra que Adão e Eva tipificam a relação entre Cristo e a Igreja, porque assim como Eva foi criada a partir de Adão para o auxiliar e expressar, a Igreja também foi criada a partir de Cristo, com o objetivo de O expressar na terra e de O auxiliar na restauração da autoridade de Deus sobre todas as coisas.É por isso que o que se prega hoje no mundo não é verdade: Nem todos os lugares que falam de Deus são igreja. A única e verdadeira Igreja é aquela que além de falar de Cristo, também O expressa e auxilia. Precisamos retirar do nosso coração esse engano, pois a única e verdadeira Igreja é aquela que é auxiliadora idônea, submissa exclusivamente ao Espírito, e não "aquela" que se submete a homens ou organizações. A Igreja é a comunhão plena entre Deus e os homens. É por isso que é impossível existir Igreja sem obediência, sem submissão ao Cabeça. Como é possível um corpo expressar a cabeça sem estar ligado a ela? Assim também é impossível cumprirmos o propósito de Deus, expressando-O, sem estarmos submissos a Ele.Obediência a Cristo é fundamental para nos considerarmos Igreja. Sem obediência nos tornamos membros desligados do Corpo, da Videira, secos e sem vida. E tudo isso porque escolhemos viver segundo os nossos prazeres e deleites naturais, nos esquecendo da vontade do Senhor (Jo 15:6 : Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam). Para recebermos a revelação da Igreja em nossos corações, o que precisamos é obedecer a Cristo, não importa o que aconteça, pois o que Deus quer de nós é posição.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A vitória está na fé
A religião é um mal que atrapalha a vida de fé, pois ela se torna um ritual na nossa vida. Ela atrapalha a vitória de um Cristão dentro do seu processo de crescimento espiritual que é crescer em vida e deixar o Senhor edificar o seu corpo.
Sem fé é impossível agradar a Deus.
Gálatas 2:19 - Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.
Três pontos são necessários na vida do Cristão para alcançar a vitória.
Misericórdia: Não dependeu de nós, fomos alcançados por Deus e recebemos a salvação e a vida eterna;
Render-se: é assinar um contrato de incapacidade total de dirigir a própria vida;
Crer: é a fé nas coisas que Deus diz.
O apóstolo Paulo demonstra em Gl 2:19-20, o que é um homem rendido a Cristo e que vivia pela fé no filho de Deus. Um homem que estava derrotado por Cristo e que deixou o Senhor dirigir completamente a sua vida.
Viver por fé não é largar a sua vida de lado, abandonar as coisas e viver uma vida longe de tudo, mas deixar Cristo ser tudo dentro de nós. Deixa-lo comandar a minha mente, minhas vontades e minhas emoções.
Busque uma vida de fé irmão ainda na era da graça, não deixe para o milênio. Renda-se a Cristo e comece a Crer e terás uma vida de vitória com Cristo, sem religião, sem legalismo mas deixando Cristo ser tudo na minha vida, ser o cabeça do corpo.
Misericórdia: Não dependeu de nós, fomos alcançados por Deus e recebemos a salvação e a vida eterna;
Render-se: é assinar um contrato de incapacidade total de dirigir a própria vida;
Crer: é a fé nas coisas que Deus diz.
O apóstolo Paulo demonstra em Gl 2:19-20, o que é um homem rendido a Cristo e que vivia pela fé no filho de Deus. Um homem que estava derrotado por Cristo e que deixou o Senhor dirigir completamente a sua vida.
Viver por fé não é largar a sua vida de lado, abandonar as coisas e viver uma vida longe de tudo, mas deixar Cristo ser tudo dentro de nós. Deixa-lo comandar a minha mente, minhas vontades e minhas emoções.
Busque uma vida de fé irmão ainda na era da graça, não deixe para o milênio. Renda-se a Cristo e comece a Crer e terás uma vida de vitória com Cristo, sem religião, sem legalismo mas deixando Cristo ser tudo na minha vida, ser o cabeça do corpo.
sábado, 10 de outubro de 2009

Águia
Seja como uma Águia, saia da acomodação e aceite as novidades do Espírito de Deus, voe alto e tenha fé.
Frutificai e multiplicai, enchei a terra, e sujeitai-a e dominai ... (Gn 1:28)
Quatro princípios fundamentais para o sucesso na vida estão neste versículo. A Bíblia diz que quem é nascido de Deus ama, mas você olha para os lares cristãos e não vê esta realidade. A Bíblia também diz que os cristãos não têm enfermidade, doenças, que possuem paz. Será que a Bíblia está mentindo?
Ser gerentes de Deus na Terra, esta é a visão bíblica para os homens que Ele criou. Mas isto não é uma realidade, pois a igreja hoje quer ser tão espiritual que não consegue ser bom gerente, por isso Deus tem que mexer na sua vida para que todas as coisas que estão escritas na Palavra, aconteçam na sua vida.
A dificuldade de aceitar novidades e de mudar faz com que o homem não consiga acreditar e praticar a Palavra de Deus. Em Dt 32:11 a Palavra diz que Deus se compara com uma águia: “Como a águia desperta a sua ninhada, move-se sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os, e os leva sobre as suas asas,”.